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    Produto recebido bem embalado é a 2° compra que faço pela internet na usinainfo, perfeito ainda não testei eletronicamente mas creio que td certo.
    EDSON
    CURITIBA
    comprei uma placa Módulo Dimmer para Arduino e ESP32 MC-8A com sinal Zero Cross 220V e alguns outros itens. Gostei muito da qualidade dos produtos e da entrega rápida deles. Recomendo pra quem precisar.
    JULIAN
    ESTEIO - RS

    Módulos para Arduino e ESP

    Módulos para Arduino e ESP

    Encontre módulos para adicionar comunicação, acionamento, exibição, armazenamento, controle e outras funções a projetos com Arduino, ESP32 e ESP8266. A categoria reúne relés, displays, conversores, Bluetooth, Wi-Fi, GPS, RFID, RTC, módulos de áudio, interfaces e expansores.

    Para escolher, comece pela função necessária e confira na página do produto a tensão de alimentação, o nível lógico, a interface, a pinagem e a corrente exigida. Um módulo que utiliza o mesmo protocolo da placa não é necessariamente compatível com seus níveis elétricos.

    353 produtos

    Como escolher módulos para Arduino, ESP32 e ESP8266

    Os produtos desta categoria acrescentam funções específicas ao controlador. Antes de comparar modelos, defina o que o circuito deverá fazer: acionar uma carga, mostrar informações, armazenar dados, comunicar-se com outro equipamento, reproduzir áudio, identificar usuários ou expandir entradas e saídas.

    Essa definição direciona a busca para a subcategoria adequada e evita comparar produtos que resolvem problemas diferentes.

    O que você encontra nesta categoria

    O catálogo está dividido em grupos funcionais. Entre os principais estão:

    O catálogo também contém módulos GPS, GSM/GPRS, áudio, MP3, armazenamento em cartão, conversores ADC e DAC, controladores de carga, buzzers, joysticks, transmissores, receptores e módulos de iluminação. Para uma função específica, prefira acessar a respectiva subcategoria em vez de percorrer toda a categoria-pai.

    O que verificar antes de comprar

    A presença de “Arduino” ou “ESP” no nome não confirma, isoladamente, que o produto possa ser ligado diretamente à placa escolhida. Confira os seguintes pontos na descrição e nas especificações do módulo:

    • Tensão de alimentação: tensão necessária para o funcionamento do circuito;
    • Nível lógico: tensão aceita e produzida pelos pinos de sinal;
    • Corrente: consumo do módulo e das cargas conectadas;
    • Interface: I2C, SPI, UART, sinal digital, analógico, PWM ou outro padrão;
    • Pinagem: quantidade de GPIOs e funções ocupadas;
    • Bibliotecas: disponibilidade de software compatível com a placa e o componente;
    • Dimensões e montagem: espaço disponível, conectores e forma de fixação;
    • Limites elétricos: faixas de entrada, saída, potência ou frequência indicadas no produto.

    A comparação deve ser feita com as especificações do modelo exato, pois produtos da mesma família podem ter alimentação, pinagem ou componentes diferentes.

    Compatibilidade elétrica com Arduino e ESP

    Placas Arduino tradicionais frequentemente utilizam sinais de 5 V, enquanto ESP32 e ESP8266 normalmente trabalham com lógica de 3,3 V. Por isso, compartilhar um protocolo como I2C, SPI ou UART não significa que os módulos possam ser conectados diretamente.

    Quando os níveis lógicos forem diferentes, verifique se o próprio módulo já realiza a adaptação ou se será necessário um conversor de nível lógico. Aplicar uma tensão superior à aceita por um GPIO pode causar funcionamento incorreto ou danificar o controlador.

    Também confirme se os pinos escolhidos estão disponíveis e se não possuem funções especiais ou restrições na placa utilizada.

    Como identificar a interface correta

    A interface determina como o módulo troca dados ou comandos com o controlador:

    • I2C: normalmente utiliza duas linhas de comunicação e permite compartilhar o barramento entre dispositivos, desde que endereços e características elétricas sejam compatíveis;
    • SPI: emprega linhas separadas de dados e clock, além de seleção do dispositivo;
    • UART: comunicação serial encontrada em produtos como módulos Bluetooth, GPS e GSM;
    • PWM: sinal usado em aplicações de controle, como brilho ou potência, quando aceito pelo circuito;
    • Analógico: transmite ou recebe uma tensão variável dentro de uma faixa definida;
    • Digital: representa estados lógicos ou dados digitais.

    Além do protocolo, confira alimentação, nível lógico, velocidade, endereço e quantidade de pinos. Esses fatores podem determinar se dois dispositivos conseguem operar juntos no mesmo projeto.

    Módulo ou shield: qual escolher?

    Um módulo normalmente é ligado com fios, jumpers, conectores ou protoboard. Essa montagem permite escolher os pinos e posicionar o componente com maior liberdade.

    Um shield possui formato pensado para encaixe sobre uma placa compatível. A instalação pode ficar mais organizada, mas é necessário confirmar:

    • O formato físico da placa;
    • A correspondência dos conectores;
    • Os pinos ocupados;
    • A tensão utilizada;
    • Possíveis conflitos com outros shields ou periféricos.

    O encaixe físico, sozinho, não garante compatibilidade completa. Consulte a categoria de shields e expansores para comparar as opções disponíveis.

    Quando é necessária alimentação externa?

    Nem todo módulo precisa de uma fonte separada. A decisão depende do consumo do próprio módulo, das cargas acionadas e da capacidade da alimentação disponível na placa.

    Circuitos de baixo consumo podem ser alimentados pelo controlador quando seus limites permitirem. Relés, amplificadores, módulos de comunicação celular, motores, sistemas de iluminação e alguns displays podem exigir corrente maior ou tensão diferente.

    Antes da montagem:

    1. Some o consumo previsto dos dispositivos;
    2. Confira a capacidade da fonte e do regulador da placa;
    3. Verifique se a carga deve receber alimentação separada;
    4. Siga o esquema elétrico indicado para o produto;
    5. Quando aplicável, estabeleça uma referência de terra comum entre os circuitos.

    A alimentação da carga não deve ser confundida com o sinal de controle enviado pelo microcontrolador.

    Erros técnicos que vale evitar

    • Escolher apenas pelo nome comercial do módulo;
    • Ligar um sinal de 5 V diretamente a uma entrada limitada a 3,3 V;
    • Alimentar cargas de maior consumo pelo pino da placa sem dimensionamento;
    • Confundir tensão da bobina ou do circuito de controle com a tensão suportada pelos contatos de um relé;
    • Desconsiderar os pinos ocupados por um shield;
    • Instalar dois dispositivos I2C com o mesmo endereço sem verificar possibilidade de configuração;
    • Pressupor que toda biblioteca destinada ao Arduino funciona sem alterações no ESP32 ou ESP8266;
    • Usar apenas o conector físico como confirmação de compatibilidade.

    Consulte sempre a página do produto escolhido antes de definir a ligação, a fonte e o código.