Jumpers são cabos utilizados para realizar conexões rápidas entre protoboards, placas de desenvolvimento, sensores, módulos e outros componentes eletrônicos.
A categoria reúne jumpers macho-macho, macho-fêmea e fêmea-fêmea em diferentes comprimentos, além de cabos com vários pinos, conectores Dupont, jumpers rígidos, kits sortidos e modelos com garras jacaré.
Para escolher, verifique os conectores dos dispositivos, o comprimento necessário, a quantidade de vias e o tipo de montagem do projeto.
Jumpers são cabos utilizados para criar conexões elétricas temporárias entre protoboards, placas de desenvolvimento, sensores, módulos e outros componentes.
Eles facilitam a montagem e a alteração de circuitos durante testes, estudos e desenvolvimento de protótipos.
A escolha depende do tipo de terminal presente em cada dispositivo. Os modelos mais comuns são macho-macho, macho-fêmea e fêmea-fêmea.
Os cabos podem ser utilizados em aplicações como:
O jumper macho-macho possui um pino em cada extremidade. É utilizado principalmente para ligar pontos de uma protoboard ou conectar a protoboard a módulos com terminais fêmea.
A categoria possui kits com diferentes quantidades e comprimentos, além de jumpers rígidos em formato de U destinados à organização de circuitos na placa de ensaio.
O jumper macho-fêmea possui um pino macho em uma extremidade e um conector fêmea na outra.
É empregado para conectar protoboards a placas e módulos que possuem pinos macho. Há modelos de 10, 20, 30 e 100 centímetros entre os produtos atualmente presentes, conforme a versão.
O jumper fêmea-fêmea possui conectores fêmea nas duas extremidades. É utilizado para interligar placas, sensores e módulos que apresentam pinos macho.
A categoria reúne modelos individuais, kits e cabos com duas ou mais vias.
Os cabos com várias vias mantêm os condutores organizados em um único conjunto. Entre os produtos disponíveis existem cabos com duas, três, quatro, seis e oito vias.
Alguns modelos são destinados a conexões específicas, como componentes de impressoras 3D. Verifique a pinagem, o comprimento e a finalidade informada.
Os kits premium reúnem cabos em diferentes configurações e comprimentos. Existem conjuntos macho-macho, macho-fêmea, fêmea-fêmea e misturas com mais de um tipo.
Os kits sortidos podem ser úteis quando o projeto possui diferentes formas de conexão. Confira a quantidade e a combinação de terminais incluída.
Jumpers rígidos em formato de U são utilizados para realizar conexões curtas e organizadas na superfície da protoboard.
Eles reduzem o excesso de cabos flexíveis sobre o circuito e podem facilitar a visualização das ligações.
Os modelos com garras jacaré permitem conectar temporariamente terminais, fios, componentes e pontos de teste.
A categoria inclui versões com terminal macho ou fêmea na extremidade oposta. Confirme se a garra não causará curto-circuito entre contatos próximos.
A categoria possui conectores macho, terminais fêmea, encapsulamentos e kits utilizados na montagem ou manutenção de cabos do tipo Dupont.
Os terminais são fixados ao fio por crimpagem. Depois, o terminal é inserido no encapsulamento correspondente. Verifique a orientação da trava para evitar que o contato se solte.
O cabo flat colorido pode ser utilizado na produção de jumpers personalizados. As cores ajudam a identificar alimentação, terra, comunicação e outros sinais.
Terminais e encapsulamentos precisam ser escolhidos separadamente quando não estiverem incluídos.
Jumpers macho-macho são normalmente utilizados para interligar pontos da placa de ensaio. Jumpers macho-fêmea conectam a protoboard a dispositivos com pinos macho.
Para conhecer as placas disponíveis, consulte Protoboards.
Jumpers podem conectar placas Arduino e ESP32 a sensores, módulos e protoboards, desde que o tipo de terminal seja adequado.
O cabo não adapta tensão ou nível lógico. Antes da conexão, confirme a alimentação e os limites elétricos dos equipamentos.
Placas e acessórios podem ser encontrados em Arduino, ESP e Plataformas.
O macho-macho é o mais utilizado para conectar pontos da protoboard. A outra extremidade pode mudar conforme o dispositivo ligado.
O terminal macho possui um pino exposto. O terminal fêmea possui um contato interno destinado a receber um pino.
Sim, desde que os limites elétricos sejam respeitados. O jumper não regula tensão nem protege o circuito.
Sim. É possível utilizar cabo, terminais de crimpagem e encapsulamentos compatíveis.
Não. Cabos muito longos podem deixar a montagem menos organizada e aumentar a suscetibilidade a interferências.
Depende da aplicação. Equipamentos permanentes podem exigir conectores com trava, soldagem ou cabeamento mais robusto.